quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Um conto que se conta ...



Por incrível que pareça  para um estudante de Letras não é tão simples escrever uma trajetória, uma saga, um fragmento da própria vida. Resolvi neste espaço registrar esse imenso AMOR que tenho pela Itália,  minha origem e principalmente o idioma que me fascina.
No ano de 2012 segui rumo à Universidade Federal de Minas Gerais e a sensação de medo, insegurança, ansiedade me acompanhava o tempo todo. Foi então que só recebi presentes. Minas Gerais e a UFMG me presenteou com amigos fascinantes (...) mineiros, brasileiros e muitos italianos (as). E não são poucos italianos. Recordo-me de um dia prestando atenção na aula de Teoria da Literatura ouvi a professora dizer que havia uma italiana de Napoli em minha sala e nesse momento não pensei em outra coisa, timidamente e com breve conhecimento do idioma perguntei Di dove sei? e ela me responde claramente Io sono di Napoli (...) desde então conheci e me tornei tão amigo dela. Essa italiana que estou mencionando aqui se chama Annita Mosca. Logo em seguida, matriculado no curso de italiano, tive o imenso prazer de conhecer minha professora Anna Palma ( italiana) e uma querida professora (italiana) Antonella que conquistei o carinho e atenção percorrendo os corredores da Universidade. Hoje esforço-me todos os dias, estudo, ouço músicas italianas e tento me comunicar ao máximo para que a aquisição desse idioma seja pelo menos suficiente na comunicação. E não poderia deixar de registrar aqui a minha segunda casa, minha segunda família - Fundação Torino. Quantas pessoas especiais e companheiras. Incrivelmente sempre temos na vida  pessoas de referência ( espelhos),  motivações que nos fazem caminhar, acreditar nos sonhos e principalmente a energia necessária para aprender um novo idioma. Professora Silvana e o Professor Francesco Tripodi que dedico os meus resultados e que estão sempre ao meu lado nessa apaixonante e longa empreitada. Pessoas estas que me ajudam a introduzir-me ainda mais no fantástico universo italiano e sobretudo pela marcante contribuição para meu crescimento intelectual e pessoal. (São tantas pessoas para agradecer).

Ficaria aqui horas e horas escrevendo, mas aos poucos vou preenchendo os espaços desse blogue com histórias, dedicações, experiências e sobretudo o desejo infinito pela ITÁLIA.

Termino essa passagem com uma frase de M. Foucaut:



Forse oggi l'obiettivo principale non è di scoprire che cosa siamo, ma piuttosto di rifiutare quello che siamo. Dobbiamo immaginare  e costruire ciò che potremmo diventare.


Ciao, a presto!


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